Ao final, o par |Φ+⟩ não existia mais. A medição de Bell transformara A e B em registros, e C assumira o estado de entrada após correção. O recurso de um par maximamente emaranhado, às vezes chamado um ebit, fora consumido.
Lia comparou com codificação densa. Em outro protocolo, um ebit compartilhado permite enviar dois bits clássicos ao transmitir fisicamente um qubit. Teleportação usa a contabilidade complementar: um ebit mais dois bits clássicos transfere um estado de qubit sem enviar o suporte depois da entrada chegar.
Nenhuma contabilidade violava limites. Para distribuir o ebit, algum sistema quântico já atravessara o canal. Para teleportar, dois bits ainda atravessavam. Recursos podiam ser preparados antes e deslocar quando o custo ocorria, não apagar causalidade ou comunicação.
Se o par compartilhado fosse ruidoso, o estado recebido teria fidelidade menor. Purificação pode destilar menos pares melhores a partir de vários pares ruidosos com operações locais e comunicação clássica, sob condições. Isso também consome recursos e nem todo ruído é recuperável.
Tomás distinguiu fidelidade de probabilidade de sucesso. Um protocolo pode às vezes anunciar sucesso e produzir estado de alta qualidade, ou sempre produzir uma aproximação. Relatar apenas um número sem taxa, condicionamento e conjunto de entradas pode enganar.
A entrada original não sobrevivia. Se A permanecesse intacto e C se tornasse cópia perfeita, a teleportação quebraria a não clonagem. O consumo simultâneo de estado e emaranhamento mantinha a contabilidade quântica consistente.
O ebit desapareceu do inventário e |ψ⟩ apareceu no destino. Lia entendeu recursos quânticos como combustível operacional: correlação pode ser convertida em tarefas, mas não reutilizada indefinidamente como uma senha clássica revelada.