Os dois qubits de Lia podiam ser medidos na base de Bell: |Φ+⟩, |Φ−⟩, |Ψ+⟩ e |Ψ−⟩. CNOT seguida de H e medições Z implementava essa análise num circuito ideal, mapeando cada sino para 00, 01, 10 ou 11.
A identidade central reescrevia o estado de três qubits como soma de quatro termos. Em cada termo, A e B tinham um rótulo de Bell e C continha |ψ⟩ transformado por I, X, Z ou uma combinação XZ, até fases globais irrelevantes.
Lia mediu e obteve apenas um rótulo. A entrada A e sua metade B deixaram de conservar estados individuais anteriores. A medição conjunta não descobriu α nem β; escolheu aleatoriamente qual erro de Pauli conhecido relacionava C ao estado desejado.
Tomás explicou por que a medida precisava ser conjunta. Medir A e B separadamente na base computacional perderia a fase que distingue os quatro estados de Bell. CNOT e H transformavam correlação e fase em dois bits distinguíveis.
Em óptica linear, distinguir deterministicamente todos os quatro estados de Bell com recursos simples é difícil; implementações iniciais reconheciam apenas um subconjunto e eram probabilísticas. O circuito abstrato mostra o protocolo lógico, não garante uma bancada determinística para qualquer tecnologia.
A medida também consumia o emaranhamento compartilhado. Depois do resultado, A e B eram registros clássicos e C aguardava correção. Para teleportar outro qubit, seria necessário distribuir outro par emaranhado.
Um dos quatro sinos tocou e os demais viraram alternativas contrafactuais. O estado desconhecido não viajara por uma trilha; sua relação com C estava agora indexada por dois bits que Lia podia copiar e enviar normalmente.